Aventuras sobre quatro rodas!

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Oi, meu povo! Tudo bem com vocês? Na semana passada, eu falei um pouco sobre as primeiras saidinhas adolescentes. Hoje é a vez das aventuras a caminho da pastelaria.

Lembro como se fosse hoje, gente! A Fe Rosa fez 18 anos e logo tirou a carteira de motorista. Pensamos: “Partiu para tudo quanto é lugar!” Na época, uma pastelaria na região Sul de Blumenau fazia muito sucesso, que era o chamado Rancho do Pastel.

Só que, da nossa casa, lá na rua Freymundo Mette, até a pastelaria eram alguns bons quilômetros, cerca de 30 minutos de carro. Mas pensamos: “bora!”

Era uma sexta-feira à noite e um friozinho delícia, como estamos tendo nos últimos dias. Nossa amiga motorizada mandou uma mensagem de texto (sim, naquela época não existia WhatsApp kkk), dizendo que tinha acabado de pegar a CNH e que queria dar um rolê com as amigas.

Sei que fomos em três no carro, na época um Uno bordô. Passamos pelo Centro da cidade, rumo ao bairro Progresso, felizes da vida! Até aí, um errinho de troca de marcha aqui, totalmente compreensível, uma ‘morridinha’ ali, já que era a primeira vez de carro fora da autoescola e com o veículo dos pais.

Chegando no Rancho do Pastel, que por sinal vivia cheio, a Fe começou a procurar lugar para estacionar. Aí que entra a história engraçada que comentei com vocês. Vi que tinha uma vaguinha bem atrás de um ponto de ônibus que ficava em frente ao estabelecimento. Sempre destemida, a Fe tentou colocar o carro ali, mas não teve sucesso. Daí eu pensei: “Uma galera vendo, olhando e não vindo ajudar? Ah, vão ter que ajudar, sim!”

Saí do carro e entrei no Rancho do Pastel. A primeira mesa simpática (que tinham uns meninos) pensei: “É aqui que vou pedir a estacionada!” Dito e feito. Olhei para um rapaz e perguntei: “Será que você pode estacionar o carro para a gente?” Sem muito pensar ele logo respondeu que sim e, em seguida, lá estava ele estacionando o carro naquela vaga
que sugeri. Agradecemos e bondoso rapaz e na hora de entrar para comer, ele comentou: “Olha, agora, para sair daqui é só deixar o volante reto, tá?” A risada foi geral. Ele caçoou da gente, kkkkkkkk, mas tudo bem, a noite foi maravilhosa! Não tivemos do que reclamar, né, Fe?

Depois dessa vez, as saidinhas eram constantes e a cada voltinha, nossa amiga ganhou mais experiência ao volante (e é sério, a Fe nem fez pressão para eu escrever isso, viu?) kkkkkk

Até a próxima semana, gente!

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